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Para troca de livros:

Projeto Palavras Cruzadas:

"Já é vender a alma não saber contentá-la." Albert Camus - O Mito de Sísifo.

O projeto 'Palavras Cruzadas' promove encontros mensais (segundo sábado de cada mês) em que são lidos e discutidos trechos de obras importantes da literatura e filosofia surgidas à partir do século XX.

No encontro do dia 13/07 o livro utilizado será 'O Mito de Sísifo' de Albert Camus.

O evento começa às 15h30min.

A coordenação é de Vanessa Molnar, historiadora (USP) e escritora e Fábio Donaire, estudante do Bacharelado em Ciências e Humanidades (UFABC). Estamos localizados na Rua Professor José Franco, 166 – Bangu (a 10min da UFABC de Santo André, na rua do restaurante Frangasso).

A entrada é franca.


quarta-feira, 24 de abril de 2013

Os Negros Anos-Luz


                Os Negros Anos-Luz foi escrito por Brian Aldiss no de 1964 e trata de uma questão clássica nos livros de ficção cientifica:
                O que é um ser inteligente?
                Será que toda a inteligência e toda civilização tem que ser como a humana?
                A trama se desenrola a partir destas questões.
A aventura começa numa expedição que encontra uns seres chamados “Utods”. Os Utods são uma mistura de hipopótamo com hábitos nada higiênicos e ao lado de uma espaçonave acondicionada para os Utods.
                A história se passa no ano de 2035 e está acontecendo uma guerra entre a Grã-Bretanha e o Brasil, no qual o Brasil parece estar levando vantagem. Os Utods tem uma habilidade genética: Eles não sentem dor.
                E como é impossível a comunicação entre Utods e humanos, fica este dilema:
                Podemos dissecá-los e descobrir por que não sentem dores e usar este conhecimento nos nossos jogos de guerra? Afinal eles não são seres conscientes...
                A história peca nalguns detalhes que nem é culpa do autor, normalmente estes pecados são comuns nas histórias de ficção cientifica.
                A história esta datada no ano de 2035, onde a humanidade começa a colonizar os primeiros planetas e o Brasil é uma grande potência militar.
                O ano 2035 já está logo ai e estamos longe de colonizar o espaço, talvez o Brasil melhore até 2035, mas não sei se será uma potencia militar. Este entusiasmo da colonização espacial é até justificável nos anos 1960, mas para os dias de hoje é absurdo e inverosímel.
                Apesar deste detalhe é uma boa leitura para o fim de semana.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Violência Gratuita - Aqui nós temos



Bom, depois de um hiato de 6 meses volto a escrever no blog. Estava ocupado com tantas coisas que me desanimaram de escrever aqui, o que é uma pena.

Ando muito triste com a situação atual do nosso país nos quesitos violência, corrupção e desmando.

O que mais me chateou nesses dias foi à morte do estudante paulista em frente de sua casa. Pode-se dizer que eu não deveria me chatear por isso, porque, afinal de contas, nem era parente ou amigo meu.

Está certo, mas é por esse tipo de indiferença que o mundo está como está. Se a coisa não é comigo que se foda o resto.
Nos meios de comunicação daqui de SP (Acredito que do resto do país também), se discute a diminuição da idade para responsabilidade criminal para 16 anos.

Até concordo, porém isso vai só contribuir que estes assassinatos hediondos baixem a idade dos infratores, causando mais terror, ou seja, adolescentes de 14, 15 cometerão este tipo de crimes hediondos.

A resolução do problema deveria ser abrangida em duas partes:
1º) Quando se tem um crime hediondo, deve-se puni-lo com todo vigor da lei independente da idade.
2º) Deve-se fortalecer a família e aqui se divide em 2 partes:
2.a) Nas famílias mais pobres deve-se dar oportunidades sociais que como qualquer um sabe são negligenciadas e todo mundo fecha os olhos, precisa-se criar formas para dar educação a essa gente.
2.b) Nas famílias de classe média e abastadas elas tem que tomar a consciência que a vida não é só televisão, internet e outros aparatos eletrônicos. Conversa entre filhos e pais produzem milagres e transformações. A pessoa que fala e é ouvida se sente querida. Exemplos básicos: Jantar todos juntos á mesa e não na frente da TV. Tudo isso nós da classe média negligenciamos.

Contudo para que tudo isso aconteça é necessário esforço pessoal e governamental, acredito mais no pessoal. Isso está longe de acontecer.

Com esse discurso me sinto um revolucionário de 32 pró Plínio Salgado, o que me assusta. Logo, logo surgirão soluções fascista que já pipocam pelas redes sociais, para dar solução ao problema.

Não gosto de extremos.

Por isso do meu desanimo, faço eu um mea-culpa, simplesmente não quero mudar e nossos governantes querem grandes obras, pois assim é mais fácil se locupletar.

Será que é possível sair desse baixo-astral?
 
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