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Para troca de livros:

Projeto Palavras Cruzadas:

"Já é vender a alma não saber contentá-la." Albert Camus - O Mito de Sísifo.

O projeto 'Palavras Cruzadas' promove encontros mensais (segundo sábado de cada mês) em que são lidos e discutidos trechos de obras importantes da literatura e filosofia surgidas à partir do século XX.

No encontro do dia 13/07 o livro utilizado será 'O Mito de Sísifo' de Albert Camus.

O evento começa às 15h30min.

A coordenação é de Vanessa Molnar, historiadora (USP) e escritora e Fábio Donaire, estudante do Bacharelado em Ciências e Humanidades (UFABC). Estamos localizados na Rua Professor José Franco, 166 – Bangu (a 10min da UFABC de Santo André, na rua do restaurante Frangasso).

A entrada é franca.


segunda-feira, 8 de julho de 2013

Duna

              
              Eu tive ótimas referências sobre Duna e elas se confirmaram após a leitura. O que mais encanta na obra não é a história em si; mas sim o cenário desértico de Arrakis, civilizações e os vermes gigantes, descritos com muita riqueza sem ser chato.
                O roteiro é básico para estes tipos de histórias: uma conspiração que vai se tornando real, conforme o leitor avança as páginas.
Os conceitos de sci-fi embutidos na obra são interessantes. Como por exemplo: a abolição do computador em prol da mente humana, pois a mente tem mais malicia em processar dados, este tipo de pessoa é chamada de Mentat.
Há também questões da eugenia das Bene Gesserit que buscam, através de cruzamentos genéticos, manipular o futuro e a linha de imperadores, alinhado ao monopólio das especiarias que é a moeda forte de todo o império. Todas as conspirações, tramas e lucros giram em torno das especiarias.
O protagonista Paul Atreides é quem colocará todas essa harmonia do Império em caos, ele é um iluminado tanto para os nobres, quando para o povo os fremens (um povo do deserto que acolheu durante o exílio).
O final fica em aberto e este é apenas o início da hexalogia de Duna.

Um comentário:

  1. Eu sempre ouvi falar muito, MUITO de Duna mesmo, mas nunca me liguei. Na verdade eu, na minha ignorância infantil nunca pensei que fosse uma obra tão famosa, mas apenas um jogo de video-game (o qual inclusive detestava). Há tempos perdi o hábito da leitura, o qual preciso recuperar. Pretendo um dia ler mais sobre Duna.

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