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Projeto Palavras Cruzadas:

"Já é vender a alma não saber contentá-la." Albert Camus - O Mito de Sísifo.

O projeto 'Palavras Cruzadas' promove encontros mensais (segundo sábado de cada mês) em que são lidos e discutidos trechos de obras importantes da literatura e filosofia surgidas à partir do século XX.

No encontro do dia 13/07 o livro utilizado será 'O Mito de Sísifo' de Albert Camus.

O evento começa às 15h30min.

A coordenação é de Vanessa Molnar, historiadora (USP) e escritora e Fábio Donaire, estudante do Bacharelado em Ciências e Humanidades (UFABC). Estamos localizados na Rua Professor José Franco, 166 – Bangu (a 10min da UFABC de Santo André, na rua do restaurante Frangasso).

A entrada é franca.


segunda-feira, 20 de maio de 2013

Xochiquetzal



                Nessa minha boa intenção de prestigiar a literatura fantástica nacional, terminei de ler mais um livro Xochiquetzal de Gerson Lodi-Ribeiro que é um autor bem conhecido no meio desse gênero.
Havia lido alguns contos de Lodi-Ribeiro e até tinha gostado, então fui com bastante expectativa de ler uma boa história, já que ele não era marinheiro de primeira viagem.
O romance é um subgênero da ficção cientifica chama “História Alternativa”, nos EUA é conhecida como “If...(?)”.
Em Xochiquetzal, o romance nos conta como teria sido a colonização da América caso os espanhóis não tivessem conseguido sua unificação e somente os portugueses tivessem se lançado ao mar e transformado os impérios Incas e Astecas em vassalos.
Até aqui tudo legal, mas creio que a construção da história a tornou cansativa e travada, porque autor não criou bem um romance, mas sim uma carta ou diário (Como se fosse uma carta de Pero Vaz Caminha), e as ações e imagens ficam como num relato e pessoalmente eu prefiro “ver a história”. Outra coisa, que a meu ver, tornou a história travada foi à utilização de um português “arcaico” ou “quinhentista” com muito rebuscamento. Em literatura aprendi uma coisa: faça a coisa simples (na vida também é assim).
No skoob, alguns colegas acharam esse linguajar belo, mas reconhecem a dificuldade de se ler essa obra. Eu penso que se autor tivesse feito em 3ª pessoa teria dado mais “vazão” para a história.
Não vou dizer pra ninguém ler, acho que cada um tem direito de gostar ou não. Sugiro aos visitantes do meu blog que leiam e tirem suas próprias conclusões.
Por ora pausei com os autores nacionais de fantasia, não encontrei, por enquanto, nada que me chamasse a atenção. Vou continuar a xeretar por ai, mas só depois de terminar minha lista de livros para o ano de 2013.
Até a próxima.

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