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Projeto Palavras Cruzadas:

"Já é vender a alma não saber contentá-la." Albert Camus - O Mito de Sísifo.

O projeto 'Palavras Cruzadas' promove encontros mensais (segundo sábado de cada mês) em que são lidos e discutidos trechos de obras importantes da literatura e filosofia surgidas à partir do século XX.

No encontro do dia 13/07 o livro utilizado será 'O Mito de Sísifo' de Albert Camus.

O evento começa às 15h30min.

A coordenação é de Vanessa Molnar, historiadora (USP) e escritora e Fábio Donaire, estudante do Bacharelado em Ciências e Humanidades (UFABC). Estamos localizados na Rua Professor José Franco, 166 – Bangu (a 10min da UFABC de Santo André, na rua do restaurante Frangasso).

A entrada é franca.


quarta-feira, 16 de maio de 2012

Desafio Literário





Meus amigos, todos sabemos que a cultura americana influência demais as nossas vidas. Paulo Leminske disse: “Os meus sonhos são um filme americano”, o que é uma verdade.
Ultimamente fugi da literatura americana e comecei a conhecer outros escritores de literatura fantástica, mais especificamente os argentinos e os russos.
             Os argentinos (Borges – Cortazár – Piglia) trabalham firmes na quebra do tempo-espaço, enquanto os russos (Tchekhov – Tostói – Dostoiévski) trabalham mais o psicológico das personagens.

O que eles têm em comum são as situações triviais: Nada de espaçonaves, colônias marcianas, vírus mortais, distópias e etc.  No caso dos argentinos, a história começa no real e parte para o fantástico ou vice-versa e na dos russos a tensão psicológica é tão forte, chegando próximo as vias de fato, mas sempre termina com perguntas no ar.
             Nos Eua quem se aproxima mais desse tipo de história é o Bradbury, enquanto que no Brasil a Clarice Lispector que trabalha numa instrospecção, às vezes, difícil de se entender.

Depois dessa experiência (que ainda não acabou), penso que os autores de fantástico brasileiro ainda precisam comer muito feijão com arroz para alcançar um nível próximos dos escritores acima citados.
A grande verdade é que os autores nacionais tem muito preconceito nas questões das técnicas literárias, usando mais uma vez o Leminske: “Meus trabalhos é 1% inspiração e 99% transpiração”. Não basta apenas a inspiração, se você não consegue passar para o leitor a sua ideia central, por isso que é importante o escritor está sempre se reciclando e aperfeiçoando a cada dia, deixando de lado o ego.
Participei recentemente de dois concursos (que acabaram sexta-feira passada), recebi uma menção honrosa nos “Cartas Improváveis Indianas”, foram 6 rodadas, onde saí de uma média de 7,49 (1ª Rodada) para 9,50 (6ª rodada). No P-PP (Projeto – Poesia Porrada), terminei num honroso 6º lugar (Lembrando que estavam competindo escritores mais experimentados e campeões de diversos concursos).
O que eu quero dizer com tudo isso?
Não desistam de escrever, se inspirem em bons autores, esqueçam o ego e aprenda com a crítica. Deixem de ver filmes e se dediquem a leitura (muitas coisas que lemos parecem mais um roteiro de filme do que um conto/novela/romance).
Postei acima o próximo desafio literário: “Contos Estranhos do Canadá” e “Crônicas da Terra Santa”. Pode-se mandar os trabalhos até o dia 23. Aconselho a quem quer ser escritor de verdade a participar.
O trabalho do escritor é árduo, solitário e sem recompensa.
* Para saber mais detalher é só clicar na imagem ou perguntar aqui para mim.

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