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Para troca de livros:

Projeto Palavras Cruzadas:

"Já é vender a alma não saber contentá-la." Albert Camus - O Mito de Sísifo.

O projeto 'Palavras Cruzadas' promove encontros mensais (segundo sábado de cada mês) em que são lidos e discutidos trechos de obras importantes da literatura e filosofia surgidas à partir do século XX.

No encontro do dia 13/07 o livro utilizado será 'O Mito de Sísifo' de Albert Camus.

O evento começa às 15h30min.

A coordenação é de Vanessa Molnar, historiadora (USP) e escritora e Fábio Donaire, estudante do Bacharelado em Ciências e Humanidades (UFABC). Estamos localizados na Rua Professor José Franco, 166 – Bangu (a 10min da UFABC de Santo André, na rua do restaurante Frangasso).

A entrada é franca.


sexta-feira, 18 de maio de 2012

Carolina Dieckmann - O burro fui eu?



A cada dia que passa, eu fico pasmo em constatar como as pessoas, de modo geral, são alienadas. (Não amigos. Não estou falando de Michel Teló). Basta colocar uma imagenzinha de politicamente correto e está lá todo mundo compartilhando sem pensar no que está fazendo.
        
Estou falando sobre as fotos da atriz Carolina Dieckmann. Não entrarei em detalhe sobre a competência da moça como atriz ou se isso foi autogolpe publicitário, quero me ater aos comentários que andei lendo pela net:

“Não sabe usar o computador tem mais que se f...”
                
Na opinião de muita gente, se eu tive minha privacidade roubada, o burro fui eu. Sendo assim, amanhã não posso reclamar que alguém tenha me enviado um cavalo-de-tróia (vírus de computador), que sequestre minhas senhas bancárias. Pela lógica o burro fui eu, quem mandou pegar o vírus?
                
No Brasil, de modo geral, a vítima sempre é o burro. Basta pesquisar os casos de estupros e vocês verão a lógica do “Burro sou Eu” em ação. Isso é muito preocupante. Quando se tem casos de pedofilia, não é raro, as pessoas culparem a miséria, a falta de estudo ou o governo e por último o malfeitor (Pra mim nos casos de pedofilia é de pena de morte – mas aqui é outro assunto).
                
O que deve se entender neste caso é que houve um crime e precisa ser punido com o rigor da lei. Aqui em São Paulo teve o “Proibidão” (um festival de stand-up comedy). Onde as pessoas assinavam um termo para “não se ofenderem” com as piadas. Foi contada uma piada racista. O que aconteceu? Nada, porque as pessoas assinaram um termo para “não se ofenderem”, alias estes stand-up comedys são um porre – de muito mal gosto.
                
Por isso amigos pensem, analisem e tenham suas próprias opiniões. Seja você mesmo!

2 comentários:

  1. Você anda ácido, hein Amadeu?! Abrasividade agindo nos cérebros dos leitores. Isso é bom!

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  2. "No Brasil, de modo geral, a vítima sempre é o burro. Basta pesquisar os casos de estupros e vocês verão a lógica do “Burro sou Eu” em ação. Isso é muito preocupante."

    Eu ia citar exatamente esse exemplo. Se a mulher é estuprada a culpa é da mulher que ficou se insinuando para o cara.

    É pura falta de empatia. O pessoal não liga quando os outros têm a sua intimidade e privacidade violadas, quando é estuprada ou quando tem suas senhas e seu dinheiro roubados. Isso é problema dos outros. E problema dos outros, que se fodam.

    Mas quando acontece com esse pessoal, aí a porca torce o rabo. Eu queria ver esse pessoal que usa a "lógica" do "Burro sou eu" serem chamados de burros. Será que eles iriam gostar?

    E em relação ao proibidão. É uma OFENSA chamar essas merdas apresentadas por Danilo Gentilli, Rafinha Bastos et caterva de stand-up comedy. Isso é uma ofensa às memórias de Richard Pryor e George Carlin.

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