Recados e Novidades

Meu facebook:
http://www.facebook.com/?ref=tn_tnmn

Para troca de livros:

Projeto Palavras Cruzadas:

"Já é vender a alma não saber contentá-la." Albert Camus - O Mito de Sísifo.

O projeto 'Palavras Cruzadas' promove encontros mensais (segundo sábado de cada mês) em que são lidos e discutidos trechos de obras importantes da literatura e filosofia surgidas à partir do século XX.

No encontro do dia 13/07 o livro utilizado será 'O Mito de Sísifo' de Albert Camus.

O evento começa às 15h30min.

A coordenação é de Vanessa Molnar, historiadora (USP) e escritora e Fábio Donaire, estudante do Bacharelado em Ciências e Humanidades (UFABC). Estamos localizados na Rua Professor José Franco, 166 – Bangu (a 10min da UFABC de Santo André, na rua do restaurante Frangasso).

A entrada é franca.


quarta-feira, 29 de junho de 2011

Viagem Fantastica II


Sou fã inconteste de Asimov, então não se assuste vocês verão muitas dicas de leitura do mestre da ficção cientifica.


Na referida obra, Asimov explica que ele fez este livro sob uma encomenda de uma produtora de filmes que já havia filmado o primeiro livro.

A historia se trata um cientista americano que tem uma teoria de ler pensamentos, entretanto ele é ridicularizado por seus colegas, na sequencia é seqüestrado por agentes russos e levado para uma localidade da URSS.

Os cientistas russos têm o domínio da minitualização, entretanto, Shapirov, o homem que conhecia todo o processo, está à beira da morte e em coma.

A ultima esperança e pegar as memórias do moribundo e depois de muita intrigas, uma equipe de cientistas viajam através do cérebro.

Neste momento Asimov que é matemático, físico, químico e biólogo dá uma demonstração de todo o seu conhecimento.

No final eles não conseguem captar a memória de Shapirov, pois ele morre antes deles chegarem ao ponto necessário e o cientista volta para os EUA, o final fica em aberto: Morisson (O cientista americano), diz que os americanos têm o sistema de telepatia e os soviéticos da minitualização e que eles deviam se unir para construir produtivo.

A obra é de 1966, não é a melhor obra de Asimov, mas esta história abre um leque muito grande para se construir outras histórias. Leitura indispensável para os pretensos escritores de ficção cientifica.

Ótima leitura.

Não sei se editora Aleph está comercializando este livro, a única coisa que sei é que os livros da Editora Aleph são extremamente caros, é mais fácil comprar numa sebo ou caçá-lo na internet.

sábado, 25 de junho de 2011

É o Fim!


Um soco na boca foi o que recebi.
E isso p´ra mim pode ser o fim.
E que fim, pior eu poderia ter?
É o fim, p´ra não se ter mais fim.

Pessoas sem faces, feito marionetes.
Gritam e protestam contra o fim.
E que fim, melhor eu poderia ter?
É o fim, p´ra não se ter mais fim.

Eu vejo as cruzes daquele que choram.
Eles clamam, esperando o fim.
E que fim, para onde eu irei?
É o fim, p´ra não se ter mais fim.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Aberração


A DC quando faz uma saga, ela costumeiramente é longa, entretanto, está é curta com 4 episódios, lançada no longínquo ano de 1988.


Com certeza houve uma grande evolução nas técnicas de desenhos e coloração das HQs, porém não há mais aquelas historias gostosas de ser ler, talvez muito em conta da nostalgia que sentimos da época de adolescente.

A historia é sobre um ser de luz de outra dimensão que vem a Metrópoles com o intuito de impedir que os “Macrolats” tomem posse de nosso universo, entretanto, os membros da Liga da Justiça não sabem desta trama e se tentam se livrar da Aberração por ela ser instável e poder destruir o planeta a qualquer instante.

Boa leitura nostálgica para se ler no final de semana.

http://www.ds-club.net/forum/portal.php


sábado, 18 de junho de 2011

Anos 80


               Neste revival anos 80 me fez pensar em algumas coisas. (Vale lembrar que vivi os tais ditos anos 80).
                Quem diz que os anos 80 foram os melhores anos, só pode estar de brincadeira, basta lembrar um sábado qualquer por volta das 2 da tarde, entra a tradicional musica do Chacrinha (“Aberlado Barbosa está com tudo e não dá prosa...), e esperar o naipe dos cantores da “Semana”, tipo: Silvinho Blau Blau, Sara Jane, Biafra, Olodum, Luiz Caldas, Agepê, Odair José e inúmeros “Famoso Quem?”.
                Sem contar que os filmes demoravam de 3 a 4 anos para estrearem aqui, um monte de macumbaria na TV.

                Os grandes astros do rock nunca vieram para cá, OK você me dirá: E o Rock in Rio? (Uma pequena exceção), tanto que o 2º só foi ter lá pro anos 90.

                Hoje não sou obrigado a assistir programas chifrim de domingo e nem novelas idiotas, temos DVD, Internet e TV a Cabo e posso passear com minha família, pois existem muitos lugares para se ir (cinema, restaurante, teatro, cinema, shopping, parque), coisa que nos anos 80 não tinham, era o parque do Ibirapuera e olhe lá.
                Alias nos anos 80 ir comer numa pizzaria era coisa muito garbosa, tal qual ir no Mc Donalds. (Pra ser honesto acho que na minha cidade só veio a ter Mc Donalds, no inicio dos anos 90).

O governo mais atrapalhado que o Brasil teve foi nos anos 80, lembram-se da inflação? Do gatilho? Do Sarney? Da Rede Globo ditando regra? Não sinto a menor saudade disso.
                Resumindo não há motivo nenhum para se achar que os anos 80 foram os melhores anos, o que fica é a saudade da juventude, nesta época de criança/adolescente as preocupações eram outras, menos pesadas do que da vida de adulto.

                Talvez muitos tenham deixado a barriga crescer e não conseguiram se resolver e que na época de criança/adolescente nós sempre achamos que um dia a coisa acerta, os anos passam e tudo fica igual e é normal sentimos nostalgia.
                De minha parte prefiro o tempo atual, onde existe mais consciência da ecologia, onde existem mais opções e o pensamento, e é no tempo atual onde você pode fazer a diferença.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

RPM

Se tiver alguém que possui um som futurista, este é o RPM.


OK! Você pode dizer que é uma banda fabricada, mas quem viveu o frenesi da época vai me dar razão, principalmente na época do “Radio Pirata”.

Depois de 25 anos não encontro nenhum show nacional com o mesmo naipe de Radio Pirata (talvez um acústico ou outro da MTV, mas já no meio dos anos 90), o teclado do Schiavon dá aquele clima futurístico, Paulo Ricardo era o galã do subúrbio caótico, as letras falavam de revolta num tom apocalíptico.

Em termos comerciais, talvez tenha sido a banda brasileira mais bem sucedida, mas por cabacice a banda acabou em menos de um ano.

A banda acabou e o Paulo Ricardo virou uma mala sem alça, mas o som frenético e orgasmático ficaram para a posteridade.

sábado, 11 de junho de 2011

Campos de Ouro


Eu estava entre tanta gente e objetivos.
Sentia-me tão perdido e solitário.
Eu não conhecia os campos de ouro.

Eu andava por todas as direções.
E os inimigos me atacavam.
Eu estava nos campos de ouro.

Eu vivo no vácuo eterno do tempo.
E a vitoria sempre está na próxima estrela.
Eu estou longe dos campos de ouro.

Corto Maltese - Sob o signo de Capricórnio


Com a popularização dos e-tabllets tornou-se possível recuperar e conhecer muitas coisas de todos os tempos na literatura, nas HQs, filmes e programas de TV.


E nesta revolução conheci um famoso e talentosíssimo desenhista Hugo Pratt e sua principal criação Corto Maltese.

Corto Maltese é filho de uma Cigana e de um marinheiro, nascido na ilha de Malta, é um marinheiro mercenário, ao mesmo, tempo que é um herói, tem uma frieza para atingir seus objetivos, ou seja, seu $$$.

Sob o signo de Capricórnio, boa parte da historia se passa no Brasil, dá-se que quem criou a historia é um brasileiro e é ai que consiste a grande surpresa.

Ele começa ajudando um menino inglês em Parnabaibo no Suriname, onde ele possui uns documentos estranhos, depois eles partem para Salvador na Bahia e depois para o alto São Francisco para ajudar uns cangaceiros.

Há misturas de lendas brasileiras, amazônicas, astecas e da lendária terra de Mú, muita ação e belíssimos desenhos.

Não vou contar a historia nos detalhes, convido o leitor a buscar nos downloads via Google ou comprar em sebos.

Não deixem de conferir esta maravilhosa obra.

sábado, 4 de junho de 2011

World War Hulk

É a primeira vez que falo sobre quadrinhos no blog, diga-se de passagem que é uma pena que esta arte esteja se elitizando.


Nos anos 80/90 você encontrava todo tipo de quadrinhos com preços bastante acessíveis, eu mesmo tinha mais de 1000 gibis. Há alguns que você ainda pode reler no blog Quadrinhos Antigos.

Neste tempos modernos eu li 3 sagas da Marvel: A guerra civil, planeta hulk e a World War Hulk.

A única que gostei foi a WWH, nos quadrinhos de hoje não existe mais a conotação mocinho e vilão, acredito que estas genealogias da Marvel e DC só complicam o leitor e os roteiristas, é difícil entrar no meio de uma saga e entender o que está acontecendo, tanto pra quem escreve como pra quem ler.

E os preços que a Panini cobra são caríssimos, imagina gastar quase R$ 100,00 em gibis?

Acho que gostei da WWH, porque o Hulk vai lá e destrói tudo, ao seu estilo, estimulado por um sentimento de vingança por ter perdido a mulher e o filho, na saga anterior (Planeta Hulk), está certo que o final foi horroroso, mas num todo foi bem legal.

Na verdade ando curtindo mais os quadrinhos antigos (Tarzan, Disney, Homem Aranha e alguns da antiga Ebal e outros em Espanhóis, baixados da HQ Point).

Os de hoje, infelizmente, estão longe de serem bons, não me incentivam a gastar meu rico dinheirinho.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Orgia Espacial


Autor: Paul O Neil.

Adaptação e Tradução: Amadeu Paes

A comunicação foi perdida. Não havia nenhuma dúvida sobre isso. Num primeiro momento, a selva parecia um lugar bastante agradável - cheia de pássaros e animais interessantes, e muitas plantas trepadeiras crescendo por toda a parte em busca do Sol.

Agora, quatro dias depois, as plantas estavam úmidas e estranhos sons das entranhas da selva o mantinha acordado durante a noite, morria de medo que um animal o atacasse, levando-o a exaustão física e mental.

Ele estava perdido numa selva inabitada, num planeta alienígena na borda externa de uma galáxia longínqua num universo paralelo e no quinto dia, sons de tambores começaram a entoar do coração da sinistra floresta, levando-o a refletir.

Era impossível, de acordo com o estudo dos astrônomos que enviaram varias sondas de estudo, este era um planeta desprovido de vida inteligente, nem mesmo de inteligência rudimentar.

Ainda a pensar nesta impossibilidade, um dardo atinge sua garganta jogando-o por cima de alguns arbustos.

Ele acordou e encontrou-se sentado numa clareira cercada por cerca de uma dúzia de mulheres jovens e nuas, ele pensou que se tratava de um sonho ou de uma alucinação, então disse ainda atordoado:

“Olá"

As arvores no entorno começaram a farfalhar e adejando, mais jovens fêmeas começaram a rodear num balé tantratico.

“Meu Deus!” - Pensou: "Elas são de uma beleza perfeita."

A mulher mais velha de cabelos esvoaçantes e pretos, olhou-o de cima para baixo e perguntou:

“Você é macho?"

“Você não pode me dizer?" - Ele respondeu, tentando afastar o tremor de sua voz.

"Todos os nossos homens-auxiliares foram mortos há vários anos num acidente bizarro envolvendo um rebanho de tartaruga gigante. Passamos os últimos anos procurando na selva homens-auxiliares para nos ajudar com nossas tarefas.

O astronauta perdido pensou: “Encontrei o Eldorado”, o mundo árabe das 1001 noites e com a libido subindo-lhe, perguntou:

"Então, quando eu começo?"

“Tem Certeza...” – Ela retorquiu acariciando os seios fartos. “Uma vez que diga sim, não poderá mais recuar.”

“Quem que saber de pensar em ir embora?” – Pensou o astronauta, enquanto a beldade acariciava os ralos pelos da genitália. – “Sim tenho certeza, quando eu começo?”. – Foi à resposta.

“Logo". - Ela respondeu com um brilho malicioso no olhar, apalpando seu clitóris.

O astronauta esfregou as mãos de contentamento.

"As crianças estão aqui..." Interrompeu uma ruiva.

"Filhos?" - O astronauta ficou confuso.

“Sim", informou uma loira e prosseguiu:

"Neste mundo existem muitos homens e nós gostamos de transar com eles, na verdade a nossa existência é só essa: Transar buscando as formas, mas prazerosas, mas nessas nossas experiências, acabamos gerando muitos filhos e como estamos ocupadas fazendo sexo, precisamos de homens que cuidem de nossos filhos."

“Mas não era isso que eu tinha em mente.” – Protestou o astronauta.

Elas o cercaram e disseram ao mesmo tempo:

"Não se preocupe, você será castrado e bem alimentado e viverá como um príncipe, desde que se concentre na mudança de fraldas e alimentação da nossa prole, se tentar fugir será estrangulado pelas nossas próprias mãos."

Elas, o olharam intrigadas:

"Por que você está com os olhos cheios de terrores, como se estivesse para desmaiar?"
 
BlogBlogs.Com.Br diHITT - Notícias