Recados e Novidades

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Para troca de livros:

Projeto Palavras Cruzadas:

"Já é vender a alma não saber contentá-la." Albert Camus - O Mito de Sísifo.

O projeto 'Palavras Cruzadas' promove encontros mensais (segundo sábado de cada mês) em que são lidos e discutidos trechos de obras importantes da literatura e filosofia surgidas à partir do século XX.

No encontro do dia 13/07 o livro utilizado será 'O Mito de Sísifo' de Albert Camus.

O evento começa às 15h30min.

A coordenação é de Vanessa Molnar, historiadora (USP) e escritora e Fábio Donaire, estudante do Bacharelado em Ciências e Humanidades (UFABC). Estamos localizados na Rua Professor José Franco, 166 – Bangu (a 10min da UFABC de Santo André, na rua do restaurante Frangasso).

A entrada é franca.


sábado, 30 de abril de 2011

O comerciante e suas Esposas


Uma pequena história da cultura árabe.

Havia um rico mercador que tinha quatro esposas. Ele amava a quarta esposa muitíssimo, num amor que desafiava qualquer razão e a cobria com ricas vestes e a tratava com guloseimas magistrais. Ele deu muita proteção e carinho para ela e lhe deu o melhor.


Ele também amava muito sua terceira esposa. Ele era muito orgulhoso dela e sempre a exibia para seus amigos. No entanto, o comerciante sempre tinha medo de que ela pudesse fugir com algum outro homem.

Ele também amava sua segunda esposa. Ela era muito atenciosa, sempre paciente e de fato a confidente do comerciante. Sempre que o comerciante enfrentou alguns problemas, ele sempre se virou para a esposa e ela sempre disposta a ajudá-lo nos momentos mais difíceis de sua vida.

Agora, a primeira esposa do comerciante, era uma parceira muito leal e fez grandes contribuições para manter sua saúde e negócios, bem como cuidar da casa. No entanto, o comerciante não amava a esposa, e apesar dela o amar profundamente, ele mal tomava conhecimento dela.

Um dia, o comerciante adoeceu. Em pouco tempo, ele sabia que iria morrer. Ele pensou em sua vida luxuosa e disse a si mesmo:

"Agora eu tenho 4 esposas comigo. Mas quando eu morrer, eu ficarei sozinho. Como só serei eu!"

Assim, ele perguntou a 4 ª esposa:
"Eu amei você mais, e dotei-a com as melhores roupas e cuidei bem de você. Agora que eu estou morrendo, você vai me seguir e me fazer companhia?"
"De jeito nenhum!" respondeu e foi embora sem dizer mais nada.

A resposta o cortou como uma faca afiada o coração do comerciante, triste, então, pediu a 3 ª esposa:
"Eu vos tenho amado tanto por toda a minha vida. Agora que eu estou morrendo, você vai me seguir e me fazer companhia?"
"Não!" respondeu a 3 ª esposa e prosseguiu:
"A vida é tão boa por aqui! Eu vou me casar com outro quando você morre!"

O coração do mercador afundou e ficou gelado.
Ele perguntou então a 2 ª esposa:
"Eu sempre recorri a você para ajudar e você sempre me ajudou. Agora eu preciso de sua ajuda novamente. Quando eu morrer, Você vai me seguir e me fazer companhia?"
"Desculpe-me, eu não posso te ajudar desta vez!" respondeu a 2 ª esposa e prosseguiu:
"Quando muito, só posso enviar-lhe flores a sua sepultura."

A resposta veio como um trovão devastando o comerciante por completo.
Então uma voz gritou:
"Eu vou sair com você eu vou seguir você, não importa aonde você vá..."
O mercador olhou para cima e lá estava a sua primeira esposa. Ela estava tão magra, devido à desnutrição. Com o coração partido, o comerciante disse:

"Eu deveria ter cuidado muito melhor de você enquanto eu poderia ter!"

Na verdade, nós todos temos quatro esposas nas nossas vidas:

A) A 4 ª esposa é o nosso corpo. Não importa quanto tempo e esforço que mantê-lo saudável e bonito, ele nos deixará quando morrermos.

B) Nossa 3 ª esposa? Nossas posses, status e riqueza. Quando morremos, todos vão para os outros.

C) A 2 ª esposa são nossa família e amigos. Não importa o quão perto eles estavam para nós quando estávamos vivos, o mais longe que pode permanecer por nós é até o túmulo.

D) A 1 ª esposa é de fato a nossa alma, muitas vezes negligenciada em nossa busca de material, a riqueza e pelo prazer sexual

quarta-feira, 27 de abril de 2011

A origem do Tarzan


Eu conheci o Tarzan baixando HQs pela Net e me surpreendi com a qualidade das histórias, num certo dia no Shopping, passando pela livraria no estante dos quadrinhos, encontrei esta obra.

São as primeiras historias do Homem Macaco pela editora DC publicadas nos 70, os desenhos são sensacionais e os roteiros procuram seguir a historia de Edgar Rice Burroughs e pena que só tenha as 7 primeiras historias que retratam a origem do Tarzan, o gostoso mesmo é a atmosfera que estes quadrinhos trás.

Tomara que a Devir publique outros tomos.

Apesar do preço salgado, vale a pena conferir.

sábado, 23 de abril de 2011

O Principe


Disseram-me que para ser um bom escritor, deve-se ler os clássicos.

Maquiavel escreveu este livro em 1512-1517, que na verdade é uma carta para o soberano de Florença, Lorenzo de Medici, no intuito de explicar porque os estados italianos estavam enfrentando grandes dificuldades.

Através da historias dos gregos, romanos e persas, é explicado a formação dos estados e porque alguns soberanos prosperam e outros não.

Vale como uma aula de historia e começamos a entender porque o pão-e-circo é amplamente utilizado pelos políticos.

Eu achei uma literatura maçante (podem me tacar pedra), fala de verdades, talvez por causa disso que são poucas as pessoas que podem compreender esta obra.

O próprio Lorenzo de Medici não levou a serio está obra, mas quem quiser se aventurar a ler e talvez possa ter maior absorção do tema, abaixo há uma versão eletrônica.

Vou ver se encaro mais clássicos!

http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cv000052.pdf

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Um Artista da Fome


Este é o conto que eu mais gosto do Kafta.


A historia é sobre um faquir que fica dias sem comer, em sua volta muitas pessoas o instiga a desistir, entretanto, com um paciência budistica e obstinada o faquir permanece no seu “objetivo”.

Há vários aspectos sobre este conto, mas os principais em minha opinião são:

1º) Quantas pessoas/situações o fizeram mudar de objetivo sem que você não considerasse a sua própria vontade?

2º) Quantas vezes você persistiu no erro só pra não dar o braço a torcer?

3º) Quantas vezes você ficou feliz por ter tomado uma decisão certa contra tudo e contra todos e depois pôs tudo a perder por obstinação?

E disso que este conto fala, da forma característica de Kafta, ácida, cruel e sincera. Expondo a hipocrisia humana.
É uma obra de domínio publico, abaixo há uma versão eletrônica, leitura pra lá de recomendada.

http://virtualbooks.terra.com.br/freebook/traduzidos/um_artista_da_fome.htm

sábado, 16 de abril de 2011

Preso no Planeta Terra


Homem da cidade grande muitas vezes acorda no tremeluzir dos faróis dos carros se irradiando na fina espessa cortina branca chamuscada de poluição.


Em sua disfasia o enregelado coração palpita a sensação de insegurança, ora pelos bandidos belicosos rondando os bens juntados de forma honesta, vil, carcomida e iludida de sua carreira montada as duras penas na época de sua juventude, mas há momentos em isto é esquecido e o medo do além torna sua alma troncha e enregelada.

Não há fugas, não há mantras e nem religiões que podem afagar a dor d´alma, da incompreensão do mundo vil.

Melhor fosse dar um coice no leão que vem nos devorar e criar uma sociedade no interior de Mato Grosso, viver da caça, da pesca e da agricultura, ligar-se a imensidão de estrelas atapetando o céu noturno.

Ouvir a radiotransmissão jupteriana e mesclar-se na paz do cosmos e sem medo de renascer sempre, sempre e sempre...

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Guerras Secretas


Esta história foi produzida em 1984 e reune praticamente todos os heróis e vilões da Marvel, até então as histórias não tinham uma cronologia ferrenha.

A partir das guerras secretas o lado psicológico dos heróis e a cronologia se tornaram importante, para os leitores ficou um pouco ruim com o passar do tempo, conforme eu havia comentando num post anterior.

Mas sem dúvida as Guerras Secretas é uma das melhores historias da Marvel, onde uma entidade chamada Beyonder faz um jogo com heróis e vilões; quem ganhasse levaria a supremacia da Terra.

Muitos ciúmes e traições de ambas as partes tornam a trama interessante, vale muito a leitura.

A primeira versão no Brasil saiu numa minissérie em 12 capítulos e depois na revista Teia do Aranha já nos anos 90 (é a versão que eu tenho).

Quem é rato de Internet consegue achar uma versão eletrônica, mas pra quem quer o papel é facilmente achada nos sebos.

Ótima saga.

sábado, 9 de abril de 2011

Nostalgia 1993

Ultimamente a tecnologia transformou a indústria do lazer profundamente, provavelmente não haverá mais artistas vendendo 20 milhões de álbuns, talvez artistas vendendo 20 milhões de hits.


E a musica, os quadrinhos, os filmes se tornarão algo segmentado e caro, nas HQs já se nota isso, e no cinema também, uma sessão em São Paulo é super cara, os cinemas de ruas praticamente se extinguiram.

Fiz uma meditação nostálgica e lembrando a minha época de adolescência, mais precisamente 1993, e fiz um resumo de quais eram as minhas diversões:


Hqs da Marvel e DC e algumas da Disney que eram publicadas pela editora Abril, era possível acompanhar todas as revistas, porque o formatinho tornava a revisa barata, muitos reclamam do formatinho, hoje apesar do formato americano o preço é exorbitante para acompanhar todas as revistas.



Eu já tinha uma coleção de Cds com alguns vinis num 4X1 da Gradiente com duplo Deck, com várias fitas K7 copias de discos de outros colegas ou simples cópias obtidas das rádios.




Eu também tinha um Mega Drive com Sonic e Airton Senna Monacco GP, tinha outras fitas mas não me lembro de todas, tinha uma de futebol. Ficavamos horas e horas jogando.

Havia o vídeo-cassete e uma locadora enorme perto de casa, hoje não há nenhuma locadora aberta em meu bairro.

A televisão não era muito diferente de hoje, futebol, formula 1 e o boxe. O Arquivo X estava na primeira temporada, mas não era passado com constancia, TV a cabo somente nos bairros mais abastados.

As baladas se constituíam nos shows de rock do Aramaçã (Apesar do auge do pagode e do sertanejo, musicas que eu detesto), mas o que eu mais sinto saudades e dos bailinhos de garagem (na minha casa foram feitos vários), nesta época, tinha que se tomar cuidado com os amigos, pois se você deixasse se levar estaria a usar drogas e beber como um condenado, muitos amigos se perderam, hoje este perigo continua o mesmo.

Internet nem pensar, fui ter o meu primeiro computador lá pra 1996 e internet em casa, só quando eu me casei em 2005.

Eu comprei um telefone em 1996 e custou algo em torno de R$ 1.000,00 (Um absurdo), era tratado como investimento vendi-o uns meses depois. Minha família foi ter telefone em casa só em 1992.

O que era muito comum era freqüentar os clube, jogar futebol, basquete, vôlei, piscina e até taco (Sim Senhor!) e os jogos de tabuleiros (War, Banco Imobiliario, Xadrez, Baralhos e outros).

Na verdade eu continuo a ter estes mesmos lazeres, mas hoje tudo de forma on-line compartilhando as coisas com pessoas que eu nunca vi e provavelmente nunca verei na vida.

Não sou de ficar chorando pelo passado, mas esta falta de contato humano é preocupante, fico pensando, como será que minha filha vai se divertir e se relacionar com as pessoas?

Não há nada mais gostoso de reunir um grupo de amigos e jogar um RPG, um baralho ou simplesmente jogar uma conversa fora e tomar uma cerveja.

Bom amigos, vamos cultivar o calor humano, pois é disso que o mundo precisa.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

A questão da homofobia.


Eu acabei de ler um livro chamado 1984 do George Orwell (Já está na programação de resenhas) e após ler este livro eu comecei a ter certeza das coisas que desconfiava.

Por que muitas vezes tentam fazer-nos engolir coisas que simplesmente não fazem sentido?

A questão da homofobia é uma delas, sem querer ser hipócrita ou preconceituosa e antes que alguém diga qualquer coisa, eu tenho um primo gay que freqüenta minha casa com seu namorado, onde há respeito numa boa, vamos colocar alguns pontos:

1º) Parada gay na Av. Paulista todos os anos: - É publico e notório que esta parada nunca trouxe nada de bom além de exibicionismo barato e consumo desenfreado de drogas e álcool, além da banalização do sexo.

Não dá nem pra comparar com o carnaval, pois carnaval emprega um monte de gente, já a parada gay não tenho certeza (Posso até estar enganado).

2º) Qual é pai ou mãe que diria: - Sinto orgulho que meu filho(a) é homossexual!? Eu não sentiria se minha filha um dia viesse a ser, mas como eu não tenho controle sobre estas coisas, se um dia isso vier a acontecer, vou apoiar, mas dizer que ficarei feliz vai muito longe...

3º) Na minha opinião: Ser gay não quer dizer ser moderno ou quebra de paradigmas, pra mim, quebra de paradigma e evolução humana e quando um homem ou uma mulher tiver ou conseguir:

a) Apenas um parceiro sexual e o ato sexual ser encarado como amor; (Sim o amor existe pra aqueles que o cultivam)

b) Entender que a sua vontade não se consegue através da violência ou coação.

c) Não ser corrupto. (Não colocar trava no relógio de água para pagar menos conta, fazer gato no poste de luz e dar caixinha pro guarda rodoviário, quando este te pega fazendo coisa errada.)

d) Não beber enquanto esta se dirigindo. (Respeitando a vida de todos).

e) Ignorar coisas de apelo sexual barato, tais como: Big Brother, programa do Gugu, Novelas, Ratinho, funk carioca e afins e cultivar coisas que edificam tais como: A beleza da natureza, sua família, brincar com os filhos, ouvir uma boa musica, assistir uma peça de teatro, ler e escrever um livro, uma cerveja com os amigos num bate-papo agradável.

São só algumas coisas.

Pode ser que escrevi não agrade algumas pessoas, mas precisamos ser sinceros com este assunto, não sei se a questão da homossexualidade é orgânica, genética, opção ou sem-vergonhice, talvez para cada pessoa seja uma dessas formas ou algumas delas combinadas.

Não sou contra casais gays sérios poderem se casar e terem uma vida em comum, pois cada um faz da sua vida o que é melhor para ser feliz.

O que eu não consigo aceitar é a promiscuidade gratuita deste mundo e isso cabe tanto para heteros e homos.
 
Não é questão de ser moralista, é mais uma questão de sonhar com uma civilização plena e que consiga desvendar os mistérios do universo e consequentemente um mundo melhor para minha filha.
 
Uma reflexão que vale a pena.

sábado, 2 de abril de 2011

A Sociedade da Grã Ordem Kavernista



Há certas coisas na vida que você não deve deixar passar, porque elas podem não se repetirem (Geralmente é assim que acontece).

Eu não tenho nada contra pagar R$ 250,00; R$ 500,00 num show pra se assistir num telão, porém acho que ninguém vale tanto assim, mas enfim o rico dinheirinho é de cada um.

Eu sou comerciário e conseqüentemente sócio do SESC, e o SESC Santo André fica apenas 10 minutos de minha casa, então consigo assistir coisas maravilhosas a preços ridículos, já assisti Paralamas do Sucesso, Gilberto Gil, Ultrage a Rigor, Barão Vermelho e dia 09 vou assistir aos Titãs por menos de R$ 20,00 o par de ingresso, além de várias peças de teatros com atores do naipe de Paulo Goulart e Nicete Bruno, Lucélia Santos, Marília Gabriela, Beatriz Seagal, John Herbert (Falecido), Antonio Abunjanra, Antonio Petrin e etc e etc e etc.

Mas entre estes medalhões tem os menos badalados e semana passada teve um show lendário, principalmente para os fãs de Raul Seixas e do desconhecido Sergio Sampaio.

Em 1971, Raul Seixas, ainda produtor musical juntou quatro artistas: Sergio Sampaio, Miriam Batucada, Edy Star e ele próprio, e fez um fisco chamado: “A sociedade da Grã Ordem Kavernista apresenta a Sessão das 10”.

Era um disco que misturava os ritmos de rock, samba, chorinho, baião e outras coisas que eu não sei o que é, e lá Frank Zappa havia as vinhetinhas entre as faixas do tipo:

Eu comprei uma televisão a prestação, a prestação.
Eu comprei uma televisão que distração, que distração.
QUE DISTRAÇÃÃÃÃÃÂO.

O disco coloca todo o sacarsmo da sociedade consumista e alienada:

O que mais eu quero?
Se tenho a Mulata, a TV e o Futebol.

O disco foi um completo fracasso de vendas e caiu no ostracismo, até que bem depois da morte de Raul Seixas, os fãs o ressuscitou e chegou até os dias de hoje, ainda atualíssimo, tornando-se um daqueles álbuns lendários.

Todos os Kavernistas infelizmente já morreram com exceção de Edy Star com 73 anos e para minha surpresa ele se apresentou aqui no SESC, deixei minha filha na minha sogra e fui lá conferi, ele fez na integra o disco e depois contou a historia dos Kavernistas.

E lá é demonstrado todo o talento de Raul e Sampaio que infelizmente nalgum momento de suas vidas se perderam.

Provavelmente eu nunca mais vou ver um show desses e me perdoem os fãs do Iron Maiden que assistiram o show do telão.

As coisas mais simples são as que impregnam e que carregamos no coração, não basta apenas fumaça de gelo seco e 20 toneladas de equipamento, é necessário ter transpiração e atingir o coração com amor e a busca da verdade com sinceridade e sem medo de errar.

E é isso que sentimos nas obras de Raul Seixas e Sergio Sampaio e sou privilegiado por ter assistido o ultimo Kavernista, o conjunto tem apenas um disco, mas que pôs o dedo na ferida da sociedade alienada brasileira, os militares tentaram jogar a verdade no ostracismo, entretanto, cedo ou tarde a verdade surge triunfante.

E pra fechar mais uma vinhetinha do disco:

VIVA NÓIS!!!!!!!!!!!
TODO MUNDO TÁ FELIZ AQUI NA TERRA!
TODO MUNDO TÁ FELIZ AQUI NA TERRA!






 
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