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Para troca de livros:

Projeto Palavras Cruzadas:

"Já é vender a alma não saber contentá-la." Albert Camus - O Mito de Sísifo.

O projeto 'Palavras Cruzadas' promove encontros mensais (segundo sábado de cada mês) em que são lidos e discutidos trechos de obras importantes da literatura e filosofia surgidas à partir do século XX.

No encontro do dia 13/07 o livro utilizado será 'O Mito de Sísifo' de Albert Camus.

O evento começa às 15h30min.

A coordenação é de Vanessa Molnar, historiadora (USP) e escritora e Fábio Donaire, estudante do Bacharelado em Ciências e Humanidades (UFABC). Estamos localizados na Rua Professor José Franco, 166 – Bangu (a 10min da UFABC de Santo André, na rua do restaurante Frangasso).

A entrada é franca.


sábado, 23 de julho de 2011

Spirit


                Não existe outra civilização, além da humana, pelo menos, era o que se comentava entre as varias colônias da via láctea nos quase cinqüenta mil anos que os pioneiros haviam deixado a Terra devido à alta radiação que se espalhou pelo planeta, devido ao terremoto que afundou as ilhas japonesas.

                Agora era à hora de visitar o antigo lar, os fanáticos religiosos apregoavam que nunca houve vida na Terra que tudo não passava de uma conspiração dos Iluminatis e que o dispêndio do dinheiro teria que ser em pró da propagação da religião única e verdadeira.

                Os políticos diziam que era mau uso dos impostos e que estes impostos de valores exorbitantes deveriam ser destinados as coisas básicas como saúde, educação e segurança, artigos raros nestes tempos de alta tecnologia, quem desejasse alguma dessas coisas teriam que pegar muito caro, enquanto isso os desvios dos impostos era feito a cara larga.

                Os filósofos havia perdidos seus livros e conseqüentemente toda a historia e perdidos nas suas jactâncias não conseguiam acrescentar nada a sociedade, apenas, palavras difíceis e sem nexos que não iluminava a mente medieval do homem moderno.

                Mas apesar de toda esta distopia, um pequeno grupo visionários decidem mandar uma nave para o sistema Solar, contra tudo e contra todos, partiram na nave Voyage, atravessando uma infinidade de parsecs, não era uma nave de recursos avançados, tanto que quando chegaram a orbita de Marte, os bravos viajantes não tiveram alternativas, senão descerem no planeta vermelho.

                Os aventureiros se depararam com um dilema: - Poderia ir para a Terra e ficarem lá ou Retornarem para o planeta-mãe.

                Na primeira alternativa poderia ser uma passagem para a morte, não havia como saber se a atmosfera terrestre havia se livrado da radiação e se voltassem não haveria mais oportunidade de fazerem mais uma expedição.

                Ainda a pensar, os bravos homens procuravam alternativas, um deles afastou do grupo e observava o céu rubro e a terra ferrugem do desolado planeta, mas uma coisa que refletia a fraca luz do Sol lhe chamou atenção.

                Era um painel solar, gritou para os companheiros que se aproximaram e com muito cuidado e desenterraram o curioso objeto:

                Um painel solar com rodas e uma pequena antena.

                Estava bastante enferrujado, mas após um tratamento anti-oxidante foi possível entender que era um robô que somente os terráqueos poderiam ter mandado, pois nunca havia sido comentado que em Marte houvesse vida e ali os visionários, antes de voltarem para o planeta-mãe, fizeram uma grande exploração e não acharam nenhum vestígio de alguma antiga civilização.

                O objeto ao chegar ao planeta-mãe foi alvo das mais diversas especulações, mas nenhum dos grupos que comandavam os homens deu o braço a torcer, diziam que era alguma sonda perdida , os religiosos no final de tudo obtiveram o robô e este se tornou o santo-graal  e gente de todo canto da galáxia vinha para adorar aquele inócuo objeto.

                Os religiosos ensinaram que aquele objeto era do Deus criador e que ele permitiu que os homens o encontrasse para lembrar de que devemos ser submissos as ordens religiosas.

                No fim o melhor era que tudo ficasse emergido na maior ignorância, e conforme se passou os meses o assunto foi sendo esquecido.

                Entrementes na Terra, a natureza havia se recuperado e a vida explodia com todo o seu fervores, cores e alegria.

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