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Para troca de livros:

Projeto Palavras Cruzadas:

"Já é vender a alma não saber contentá-la." Albert Camus - O Mito de Sísifo.

O projeto 'Palavras Cruzadas' promove encontros mensais (segundo sábado de cada mês) em que são lidos e discutidos trechos de obras importantes da literatura e filosofia surgidas à partir do século XX.

No encontro do dia 13/07 o livro utilizado será 'O Mito de Sísifo' de Albert Camus.

O evento começa às 15h30min.

A coordenação é de Vanessa Molnar, historiadora (USP) e escritora e Fábio Donaire, estudante do Bacharelado em Ciências e Humanidades (UFABC). Estamos localizados na Rua Professor José Franco, 166 – Bangu (a 10min da UFABC de Santo André, na rua do restaurante Frangasso).

A entrada é franca.


sábado, 19 de fevereiro de 2011

O Breviário

Os sicários invadiram a capelinha durante o breu da madrugada, caminharam até o genuflexório que continha um vetusto breviário amarrado numa corrente junto à parede.

Cortaram a grade e roubaram o breviário de capa preta sem detalhes ou escritas, ao voltarem para a rua, às sirenes dos policiais os assustaram e na louca fuga, deixaram cair o hermético livro e fugiram sem deixar rastro.

O dia amanhece e um grupo de garotos estava indo para a escola e Jorgito granjeou o misterioso livro que tinha uma pecha na ponta inferior da capa, devida a queda da noite anterior.


Não comentou com ninguém o seu presente e uma vez mais o breu ébrio caí na interiorana cidade, o menino foi para o terreiro do fundo de sua casa e abriu o inacessível livro.

Das paginas em branco surgiu um brilho estelar pujante, formado uma fada que adejou a sua volta numa beleza esmera e hipnotizante.

O menino falava pernosticamente, pois lia muitos livros de Harry Potter, mas a fada com o dedo em riste lhe pedia silencio e pediu angelicalmente que a seguisse.

No fundo do terreiro havia uma enorme mangueira. A fada lhe pediu uma manga, e inocentemente o menino se pôs a subir pelo enorme tronco da arvore.

Subitamente a felicidade transformou-se num terror consumidor, pois da arvore surgiram braços de pontas aduncadas que agarraram o menino lanhando-lhe as costas e criando escaras úmidas e doloridas.

O grito fez-se ouvir por toda a adjacência e algumas pessoas correram para acudir, chegando ao local, encontraram apenas o corpo cindido de Jorgito com seu sangue quente tingindo as raízes da mangueira.

Todos começaram a correr para encontrar o responsável e nem deram importância ao breviário que ficou jogado num canto qualquer, nem mesmo o padre responsável pela capela se lembrava do breviário.

A policia investigou o caso, mas não obteve sucesso, cuidavam que havia sido os sicários que haviam assaltado a capela que cometeram tal barbaridade.

E está fatalidade caiu no esquecimento, enquanto isso o breviário está perdido nalguma localidade que pode ser em qualquer parte do mundo, silenciosamente esperando o próximo o curioso.

3 comentários:

  1. Adorei a postagem, mas você vai me desculpar ao dizer que gostei ainda mais da imagem. Adoro Death Note.

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  2. Olá, Amadeus!
    Você e suas dicas pouco comuns, porém muito interessantes!!
    Abçs!
    Rike.

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  3. Gostei da junção de Death Note com Harry Potter. Mas confesso que gostaria de saber mais sobre esse breviário: o que faz, onde foi escrito e o porque ele é tão misterioso.

    Forte abraço.
    www.folhetimonline.com.br

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