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Para troca de livros:

Projeto Palavras Cruzadas:

"Já é vender a alma não saber contentá-la." Albert Camus - O Mito de Sísifo.

O projeto 'Palavras Cruzadas' promove encontros mensais (segundo sábado de cada mês) em que são lidos e discutidos trechos de obras importantes da literatura e filosofia surgidas à partir do século XX.

No encontro do dia 13/07 o livro utilizado será 'O Mito de Sísifo' de Albert Camus.

O evento começa às 15h30min.

A coordenação é de Vanessa Molnar, historiadora (USP) e escritora e Fábio Donaire, estudante do Bacharelado em Ciências e Humanidades (UFABC). Estamos localizados na Rua Professor José Franco, 166 – Bangu (a 10min da UFABC de Santo André, na rua do restaurante Frangasso).

A entrada é franca.


quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O CYBORG E A LÍRIO SELVAGEM


        Cyborg:    Encontrei está orbe selvagem.
                        Depois da penosa viagem.
                        Para se descentralizar.
                        E Sentir o amor outra vez.
                        Sonhando em correr nu pelos campos.
                        Querer-te como a única mulher.

Lírio Selvagem: Vou voar em teus braços mecânicos.
                         Entregar-me de corpo e alma.
                         Ver o teu rosto lívido feliz.
                         Sentir o cheiro da chuva.
                         Viajar pelas crateras da lua.
                         Ver o universo em orgasmos múltiplos.

             Cyborg: O livre-arbítrio tão ilusório.
                          Toma conta da minha mente neural.
                          Destruindo tudo que é artificial.
                          Meu coração irradiará a ternura.
                          Além do espaço conhecido.
                          Tu és minha ressurreição.

 Lírio Selvagem: Te curarei dos malefícios da tristeza.
                         O seu amor é tão contraído.
                         Tornando-o calado demais.
                         Tu explodiras numa raia gargalhada.
                         Trazendo a tona o seu verdadeiro “eu”.
                         Vou te fazer feliz, mais que feliz.
  
        Conclusão: E ambos viajaram pelo mundo selvagem.
                         Sentindo o esplendor da natureza.
                         Fazendo amor na beira do riacho.
                         E numa viajem para o espaço sideral.
                         Escutar o silêncio lúcido do cosmos.
                         Pedindo para retornar para a essência do todo.
                         E desta forma acabar com a sensação:
                         De estar no mundo errado.

9 comentários:

  1. Achei totalmente sci-fi. Duas coisas totalmente diferentes e nada a ver, interagindo assim. Muito bacana.

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  2. Caracas!! Sensacional meu caro amigo... Valeu!!
    Abraços

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  3. Uau! Belíssimo msm...
    Como disse Oscar Wilde, "o misterio do
    amor é maior que o mistario da morte"
    Adoorei

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  4. Um diálogo interessante e sem dúvida que nos faz meditar nas diferenças em nossos pontos de vista

    http://moonligh-serenade.blogspot.com/

    Adorei seu blog

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  5. Com estas palavras, qualquer robô passaria a entender o significado de amor... mesmo sem sentir.
    E maravilhosa a oportunidade que você dá ao robô de "fazer" amor, Amadeu.
    Ensine-os a viver e partilhar este sentimento tão intenso, tão único!
    Forte abraço!

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  6. Uma antítese de vidas que se encaixa em perfeita sintonia.
    Lindo e criativo.
    Abraço

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  7. Olá, Amadeus!
    Muito legal, valeu mesmo!!
    Abçs!
    Rike.

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