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Projeto Palavras Cruzadas:

"Já é vender a alma não saber contentá-la." Albert Camus - O Mito de Sísifo.

O projeto 'Palavras Cruzadas' promove encontros mensais (segundo sábado de cada mês) em que são lidos e discutidos trechos de obras importantes da literatura e filosofia surgidas à partir do século XX.

No encontro do dia 13/07 o livro utilizado será 'O Mito de Sísifo' de Albert Camus.

O evento começa às 15h30min.

A coordenação é de Vanessa Molnar, historiadora (USP) e escritora e Fábio Donaire, estudante do Bacharelado em Ciências e Humanidades (UFABC). Estamos localizados na Rua Professor José Franco, 166 – Bangu (a 10min da UFABC de Santo André, na rua do restaurante Frangasso).

A entrada é franca.


quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O Tempo Passa

O tempo passa a guerra não acaba e eu nem sei com quem estou lutando, nem quanto tempo estou andando a esmo.

Nesta andança encontrei um vilarejo inimigo e havia uma criança com arma em punho apontando para os destroços, quando reviro os escombros há uma pessoa ferida, a salvo e cuido de seus ferimentos e sou aplaudido por um povo.

Uma moça de olhos verdes me convida para passar a noite no vilarejo e as pessoas dançavam e dividia a pouca comida comigo.

E pensei:
O tempo tinha passado
E nunca conheci o amor.
Em plena guerra e dor.
Com amor fui tratado.

O tempo passa e eu nem sei com quem estou lutando.
O tempo passa e a guerra não acaba...

3 comentários:

  1. Profunda a verdade apontada por essa sua prosa poética, sim, às vezes lutamos em uma guerra "militar " ou em outras guerras do cotidiano nem sabermos o porquê que estamos lutando nelas!Em nome do que, e por ordem e visão de quem?Muitas vezes somos um soldado feito um boneco de marionete nas mãos daqueles que nos enviam à guerra, mais para lutar por seus interesses pessoais do que propriamente pelos nossos. E falo de todo tipo de guerra . Veja no caso do personagem deste seu belo texto, ele foi parar em um vilarejo inimigo, um vilarejo de gente que ele estava ajudando a matar. Só que ao ajudar um ferido deste mesmo vilarejo, ele encontra entre seus inimigos o verdadeiro amor humano. E aí ele se questiona,com quem estou lutando,serão eles mesmos meus verdadeiros inimigos?Parabéns pelo seu texto. Uma dica apenas caro amigo, faça versos livres, a rima às vezes nos limita muito em nossa escrita.

    PS: Enquanto a sua proposta de parceria eu a aceito plenamente!Estou levando o banner do seu blog para postá-lo no meu, ok?Vc irá vê-lo no alto da página principal do meu blog em uma página denominada "Parceria" que está embaixo da imagem de cabeçalho do meu web/blog. O meu banner vc poderá pegá-lo junto a barra de rolagem dessa minha mesma página literária,certo?Aguardo então a sua resposta!Essa parceria eu tenho certeza será grandiosa.

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  2. acho que em poucas palavras sobre o tempo, c definiu o quanto ele é arduo, mas que sempre há de trazer um alento para a esperança. muito belo, como falei, com poucas palavras.

    aceita troca de banners? caso aceite, avise-me, que irei exibir seu banner no mural de parceiros.

    abraços. ja estou seguindo. grata por seguir-me tambem.

    http://terza-rima.blogspot.com/

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  3. "as pessoas dançavam e dividiam a pouca comida comigo.

    E pensei:
    O tempo tinha passado
    E nunca conheci o amor.
    Em plena guerra e dor.
    Com amor fui tratado."

    Lindo, emocionante, significativo.

    Gostei!

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