Recados e Novidades

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Para troca de livros:

Projeto Palavras Cruzadas:

"Já é vender a alma não saber contentá-la." Albert Camus - O Mito de Sísifo.

O projeto 'Palavras Cruzadas' promove encontros mensais (segundo sábado de cada mês) em que são lidos e discutidos trechos de obras importantes da literatura e filosofia surgidas à partir do século XX.

No encontro do dia 13/07 o livro utilizado será 'O Mito de Sísifo' de Albert Camus.

O evento começa às 15h30min.

A coordenação é de Vanessa Molnar, historiadora (USP) e escritora e Fábio Donaire, estudante do Bacharelado em Ciências e Humanidades (UFABC). Estamos localizados na Rua Professor José Franco, 166 – Bangu (a 10min da UFABC de Santo André, na rua do restaurante Frangasso).

A entrada é franca.


sábado, 24 de janeiro de 2009

Dragões Negros

Num futuro negro e não tão distante, haverá destruição de mente e o medo reinará sobre todos, as lágrimas cairão sobre os corpos, causando grande tristeza as donzelas, só que também surgirão campeões, lutando sozinhos e com os seus corações a flor da pele, contra dragões cheios de maldade destruindo toda aquele povoado.
Lágrimas de dragões destruindo a todos que destruíram o mundo!
A dor aumentará e esfriará o amor e existirá entre todos grande rancor, o dinheiro deixará de existir e o medo será a nova moeda.
Eu sou o profeta do caos, e digo:
Devagar será a vida e demorada será a ida.
Mas antes mesmo antes deste futuro, cansado já estão os meus olhos. Cansado estou de viver nas leis dos humanos que está nos levando para a ira dos dragões.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

O Retorno

Já faz algum tempo que eu estava ausente.
Deixei inóspito aquele lugar onde eu tinha asa.
E o ocaso se amava com o crepúsculo no horizonte.
Fazendo as gaivotas voarem de volta para casa.

Além, muito além da onde o vento faz a curva.
Longe demais para que eu pudesse enxergar.
Que havia um braço estendido e implorando para me tirar.
Das garras de um caminho obscuro e com chuva.

E agora depois de um longo sono, retomando a consciência.
Livrando-me das mágoas que eu mesmo causei.
Para poder ficar livre e deixar minha ânsia de entender a ciência.
Dos mistérios divinos que quero usar, mas eu não sei.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Poema de Inauguração

DO MORRER A ETERNIDADE


A gente nasce para morrer.
A vida, eu acho que é sofrer.
Eu vejo que você está confusa.
Mas tudo bem, eu também estou!
Apesar disso eu ainda tenho esperança.
Mas há um longo deserto nos separando.
A pergunta que faço é:
Quem colocou este deserto?
Que tornou nossa aproximação tão distante...
O mundo realmente não faz nenhum sentido...
Mas quando o Sol resolver nascer.
O amor não vai mais me dizer: Por quê?
Acho até que vamos dar risadas dessas coisas.
E ai, o melhor vai acontecer.
Pois vai começar uma nova estória.
Que vai ser do morrer a eternidade.
 
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