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Para troca de livros:

Projeto Palavras Cruzadas:

"Já é vender a alma não saber contentá-la." Albert Camus - O Mito de Sísifo.

O projeto 'Palavras Cruzadas' promove encontros mensais (segundo sábado de cada mês) em que são lidos e discutidos trechos de obras importantes da literatura e filosofia surgidas à partir do século XX.

No encontro do dia 13/07 o livro utilizado será 'O Mito de Sísifo' de Albert Camus.

O evento começa às 15h30min.

A coordenação é de Vanessa Molnar, historiadora (USP) e escritora e Fábio Donaire, estudante do Bacharelado em Ciências e Humanidades (UFABC). Estamos localizados na Rua Professor José Franco, 166 – Bangu (a 10min da UFABC de Santo André, na rua do restaurante Frangasso).

A entrada é franca.


quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

O Fofão Assassino


Já havia passado o natal e o ano de 1986 parecia ser promissor, era ano de copa do mundo e naquele verão tudo parecia estar dando certo.

Felipe era um garoto fechado, não costumava conversar com ninguém e muito menos se relacionar, sua família resolver passar as férias na Praia Grande, porém ele preferiu ficar em casa, imerso nos seus pensamentos.

Estava jogando seu atari a altas horas da noite, quando lhe deu sono, preferiu dormir na sala, ao se deitar no sofá jogou o boneco Fofão de brinquedo de sua irmã no chão, olhou para ele e lembrou-se do Chuck, pois tinham a mesma roupa, mas não se importou e dormiu profundamente.



Na alta madrugada o Fofão tomou vida e silenciosamente foi até o porão, onde pegou uma corda e voltou para sala, amarrando Felipe que não acordou, então subiu na altura do peito de Felipe e deu uma risada:

-AH HO HO HO !!!!

Felipe acordou assustado e quando viu o Fofão com vida que ficava dando risadas, começou a gritar freneticamente, porém ninguém podia ajudar.

No frenesi e pânico, Fofão, pega uma bala soft de limão e coloca na boca de Felipe que começa a engasgar e as lagrimas escorriam por seu rosto e a ficar roxo, pois não conseguia respirar.

Fofão foi até a vitrola e colocou um disco da Xuxa que cantava:

“Doce, doce, doce
A vida é um doce
Vida é mel
Que escorre da boca feito um doce”




Fofão ficou uns 3 minutos dançando, enquanto Felipe engasgava, então sua cabeça se desgrudou do corpo e começou a flutuar, a base do pescoço era apoiada por um punhal negro super afiado.

Sem piedade nenhuma, deu um golpe certeiro no coração de Felipe que morre, após isso, ele guardou as cordas no porão, pegou uma faca grande da cozinha e a largou lá, tirou o corpo de Felipe do sofá e o jogou no chão e ficou novamente sem vida num canto qualquer da sala.

No dia seguinte a família voltou da praia e entrou em choque ao ver Felipe morto, a pericia policial fez seu trabalho e concluiu o seguinte:

“Garoto de 14 anos engasgou com uma bala soft e caiu numa faca afiada que estava na sala ao som da música da Xuxa.”

2 comentários:

  1. Até hoje me pergunto de onde veio a inspirção pro Fofão. Pra um personagem infantil ele tem uma cara bem deformada e bizarra.

    Quanto ao conto, gostei da morte do garoto. Foi uma descrição relaxante.

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  2. Eeeeei. Essa história merecia ser filmada por um Sam Raimi ou Peter Jackson. Fantástica.

    E o Fofão era muito sinistro mesmo. Pior que ele só a Hebe Camargo.

    Abração!

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