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Projeto Palavras Cruzadas:

"Já é vender a alma não saber contentá-la." Albert Camus - O Mito de Sísifo.

O projeto 'Palavras Cruzadas' promove encontros mensais (segundo sábado de cada mês) em que são lidos e discutidos trechos de obras importantes da literatura e filosofia surgidas à partir do século XX.

No encontro do dia 13/07 o livro utilizado será 'O Mito de Sísifo' de Albert Camus.

O evento começa às 15h30min.

A coordenação é de Vanessa Molnar, historiadora (USP) e escritora e Fábio Donaire, estudante do Bacharelado em Ciências e Humanidades (UFABC). Estamos localizados na Rua Professor José Franco, 166 – Bangu (a 10min da UFABC de Santo André, na rua do restaurante Frangasso).

A entrada é franca.


sábado, 14 de novembro de 2009

EM BUSCA DO TALISMÃ MAIA

fan fiction - baseada na 1ª temporada de Sobrenatural




O engenheiro americano Robert Smith, homem de estilo saxão, a serviço do governo federal, estava concluindo a parte final do rodoanel que ligaria todas as principais rodovias da região metropolitana de São Paulo.

O trecho em questão sempre foi desabitado, nem mesmo os índios habitaram ali, os poucos índios remanescentes não gostavam daquele local, existiam várias lendas de horror e de pessoas que foram caçar e nunca mais voltaram.

Mas Smith não tinha tempo de pensar naquelas bobagens, afinal estavam muito próximo do centro urbano, e ajeitando seus óculos, olhava para a planta do rodoanel, quando subitamente ouviu uma voz feminina:

- Papai! Papai! Papai!

Era a voz de sua filha Sarah, mas como? Ela estava no centro de São Paulo! Será que ela veio visitá-lo? E Smith foi seguindo aquela voz, que insistia em chamá-lo:

- Papai! Papai! Papai!

E Conforme ele adentrava a mata, a voz ficava cada vez mais desesperada e ele gritava ainda mais em pânico:

- Filha! Filha onde você está?!

Mas nenhuma resposta ele recebia e quando deu por si, estava perdido em meio à mata e a voz parou de chamá-lo.

Smith coçou a barba e estava desorientado, estava num clarão, ouviu um barulho de água, por detrás de um capão e foi lentamente investigar, porém antes, colocou a mão num amuleto de estilo maia que carregava consigo.

Abriu o capão e entrou em pânico, pois uma criatura começou a lhe morder e arrancar pedaços de sua carne, ele gritava por socorro, mas ninguém atendia até que morreu e seu corpo foi arrastado para dentro do capão.

Era o oitavo desaparecimento de funcionários, desde quando a obra começou.

Sam e Dean estavam na Flórida, em busca do pai. Na última aventura que tiveram, seu pai havia deixado um bilhete dizendo para procurar a qualquer custo Robert Smith, pois ele possuía um amuleto maia que ajudaria na luta contra as forças malignas que tinham ceifado a vida da mãe deles e da namorada de Sam.

Chegando a Florida descobriram que Robert, estava no Brasil a serviço do governo brasileiro e como a situação era de grande urgência, eles decidiram ir para o Brasil, mas especificamente em São Paulo.

Dean deixou seu Chevy Impala 1967, guardado numa garagem e viajaram, e durante a viagem, Sam teve pesadelos constantes com Jess grudada no teto sendo queimada.

Dean, como sempre, procurava ajudar o irmão, contudo o irmão sempre se recusava em falar do assunto, pois sentia culpa pelo que aconteceu com Jess.

Chegando a São Paulo, alugaram um carro e ao som de rocks clássicos, foram até o endereço que eles haviam recebido na Flórida.

Chegando ao endereço, encontraram uma jovem muito bonita de cabelos e olhos castanhos escuros e de estatura mediana e Dean, galanteador, tomou a frente e perguntou?

-Somos Dean. –Apontou para si mesmo e depois para o irmão. – E este é Sam, nosso pai é amigo de Robert Smith e nos pediu para nos encontrar com ele. Você o conhece?

- Eu sou Sarah Smith, filha dele. – Respondeu a moça um tanto ressentida.

-Podemos falar com ele?

-Sinto muito! – Ela abaixa a cabeça. – Meu pai está desaparecido!

-Desaparecido? Como?- Espantou-se Sam.

E após explicar a história toda, eles foram até o local da obra e começaram a investigar, todos os funcionários haviam ido embora com medo dos últimos acontecimentos, mas aparentemente não havia nada demais.

E conforme a investigação ia avançando, Sarah sentou-se numa pedra e ouviu a voz do seu pai:

- Filha Socorro! Filha Socorro! Filha Socorro!

-Onde você está papai? – Ela grita desesperadamente e a voz continuava:

- Filha Socorro! Filha Socorro! Filha Socorro!

E ela num desespero cego adentra a mata, porém Sam corre atrás dela e mais atrás ainda Dean, num momento de rara sabedoria, pega uns clipes que havia em cima de uma mesa e os segue deixando cair esses clipes pelo chão e assim montar uma orientação para voltar, caso eles se percam na mata.

Enquanto Sarah corria a voz ia se aproximando, mas num dado momento a voz cessou, e ela se viu num clarão, estava desorientada e ouviu um barulho de água por detrás de um capão, e foi se aproximando lentamente, quando um ser de dentes pontudos e pés virados para trás que lembrava um pequeno índio, por volta de um metro e de cor escurecida com o rosto pintado de urucum, a atacou.

Então Sam pulou para cima da criatura e saíram rolando, porém a criatura tinha uma força sobrenatural e começou a machucá-lo.

Dean chegou logo em seguida e sacou uma arma de fogo com munição de prata e atirou, pois pensou que fosse um lobisomem, mas apenas fez com que a criatura recuasse um pouco e ela estava pronta para atacar de novo.

Então Dean, pegou Sam e Sarah pelas mãos e gritou para seguirem a trilha de clipes, e eles tropeçando em galhos e cipós corriam, mas por volta da mata ouvia-se barulho de vento e alguns redemoinhos cruzavam a trilha, eles não olharam para trás e continuaram a correr, até conseguirem escapar.

Chegando ao acampamento, cansados, Sam perguntou a Dean:

- O que era aquilo?

- Não sei! – Vamos consultar o diário do Papai!

Então se sentaram, tomaram um pouco de fôlego e consultaram o diário e viram numa página que mostrava o ser de pés para trás e descobriram que se tratava de uma caipora.

A caipora ataca criando ilusões sonoras aos caçadores, desorientando dentro da mata e depois disso os mata e ele pai de umas criaturas chamadas sacis, que tem por objetivo causar confusão e desorientação. E Sam falou:

- Mas não há caçadores naquele local?

Então Sarah interveio na conversa:

- Não há caçadores, mas estão destruindo a mata com a construção do rodoanel.

Todos concordaram que esse era o motivo do caipora estar atacando e Dean continuou:

- Não é possível destruí-lo, o único jeito é fazer um acordo, que é oferecendo um rolo de fumo, pois ele gosta de fumar cachimbo.

- Tem mais. – Continuou Sam. – Se não pararem de destruir a floresta, ele continuara atacando, mesmo se fizermos um acordo com ele.

- Mas devido a esses ataques. – Falou Sarah. - O governo brasileiro, não vai mais construir a estrada, aprovaram um novo projeto, desviando o curso do rodoanel.

- Porém precisamos achar o seu pai e recuperar o amuleto! – Disse Dean

- Que amuleto? – Perguntou Sarah.

- Eu te explico outra hora... – Desconversou Dean

Então eles arrumaram um rolo de fumo e voltaram para o local da obra e entraram na floresta, então Sam amarrou o rolo de fumo numa árvore e disse:

- Toma, Caipora, apareça aqui!

Então o Caipora surgiu, montado em cima de um javali, pegou o fumo e começou a picá-lo para dentro do cachimbo e começou a fumar e enquanto ele fumava, uma movimentação acontecia ao redor.

Os três ficaram com medo, pois era uma movimentação muito intensa, porém permaneceram firmes e Sam disse:

- Nós viemos aqui dizer: - Uma leve pausa - Que não vamos mais destruir a floresta.

Após terminar de falar, um pequeno redemoinho, saiu por detrás da mata e foi até a direção do fumo, e de dentro do redemoinho um pequeno saci saiu e começou a picar o fumo também.

- Nós queremos o meu pai de volta! – Disse Sarah.

Porém o caipora fez um sinal negativo com a cabeça e passou o seu dedo indicador pela garganta, isso quer dizer que o pai de Sarah estava morto, e nisso outros redemoinhos apareciam e novos sacizinhos apareciam.

- Você pode nos devolver o amuleto que ele carregava? – Perguntou Sam.

Assim que acabou o fumo todos os sacizinhos foram embora, o caipora virou-se com seu javali e começou a se embrear na mata, porém no último instante, olhou para trás e jogou o amuleto e disse em voz gutural:

- Nunca mais apareçam aqui! – E foi embora.

Dean pegou o amuleto e o abriu e lá havia um outro bilhete que dizia entre outras coisas que eles deveriam ir para certa localidade no México e que era para guardar esse amuleto, pois isso lhes seria muito útil. E voltaram para o centro da cidade tranquilamente.

Sarah ficou profundamente triste pela morte do pai e não quis voltar para os Estados Unidos, queria ficar no Brasil e defender as florestas e iria fundar uma ONG para tal.
Após se despedirem, Dean e Sam, voltaram para América, eles já estavam preparando sua viagem para o México...

4 comentários:

  1. Legal seu conto, fiz uma fic crossover Arquivo-X e Supernatural, se puder ler depois...

    Abços

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  2. Legal, se puder me passar o link do teu conto pra facilitar, eu agradeço.

    Té +

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  3. Ah, a minha não é bem um conto (curto, rs) mas se animar a ler... está no site: http://www.xfonte.net/ no link: fanfictions, o nome é Arquivo Sobrenatural. E tem também a Back To X Files.

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  4. Oi, Amadeus! Vim hoje conhecer seu blog e adorei!
    Fiquei feliz com sua fanfic, eu me aventurei nessa coisa de fic também e foi um ótimo ensaio literário. Se quiser dar uma olhadinha, eu publiquei aqui:
    http://www.fanfiction.net/s/4720973/1/4_Season_by_Aline_Key
    É sobre aquele seriado Bones. Só que está incompleta, ela já está no 20º capítulo.
    Eu te mandei um email hoje, sobre a parceria no blog. Aguardo seu retorno.
    Grande abraço e bons ventos literários!

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